A FCC
- Federal Communications Commission (Comissão Federal de Comunicações
dos Estados Unidos) está revendo os limites de exposição humana a campos
eletromagnéticos gerados por sistemas de comunicações sem fio
(celulares, redes wi-fi e outros). A legislação atual é de 1996.
Visando a retificação dos limites a FCC solicitou contribuições sobre o tema à sociedade. Em resposta mais de 950 indivíduos e instituições contribuíram com milhares de depoimentos, trabalhos de pesquisa e publicações científicas. Com exceção de associações, de empresas e lobistas que atuam no mercado de comunicações sem fio a maioria esmagadora das contribuições, algumas de grande peso científico, pedem uma redução significativa dos limites de exposição humana a campos eletromagnéticos sugeridos pela OMS - Organização Mundial da Saúde e oriundos da ICNIRP – Comissão Internacional de Proteção Contra Radiações Não Ionizantes e que são defendidos pela indústria das comunicações.
São diversos os críticos aos limites estabelecidos pela ICNIRP/OMS que seriam muito elevados, não servindo de resguardo à saúde da população. O professor Joel M. Moskowitz, PhD da Escola de Saúde Pública da Universidade da Califórnia Berkeley salienta que, com base nas evidências, os limites a serem definidos pela FCC devem ser muito mais restritivos que os atuais.
A discussão americana, pela amplitude que vem tomando, deve ser observada com atenção pela comunidade científica, governos e órgãos reguladores de diversos países.
Saiba mais sobre campos eletromagnéticos em www.emfield.com.br
Visando a retificação dos limites a FCC solicitou contribuições sobre o tema à sociedade. Em resposta mais de 950 indivíduos e instituições contribuíram com milhares de depoimentos, trabalhos de pesquisa e publicações científicas. Com exceção de associações, de empresas e lobistas que atuam no mercado de comunicações sem fio a maioria esmagadora das contribuições, algumas de grande peso científico, pedem uma redução significativa dos limites de exposição humana a campos eletromagnéticos sugeridos pela OMS - Organização Mundial da Saúde e oriundos da ICNIRP – Comissão Internacional de Proteção Contra Radiações Não Ionizantes e que são defendidos pela indústria das comunicações.
São diversos os críticos aos limites estabelecidos pela ICNIRP/OMS que seriam muito elevados, não servindo de resguardo à saúde da população. O professor Joel M. Moskowitz, PhD da Escola de Saúde Pública da Universidade da Califórnia Berkeley salienta que, com base nas evidências, os limites a serem definidos pela FCC devem ser muito mais restritivos que os atuais.
A discussão americana, pela amplitude que vem tomando, deve ser observada com atenção pela comunidade científica, governos e órgãos reguladores de diversos países.
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